.

domingo, janeiro 10, 2016

Reflexão: Eu decido!

escolhas_caminho


Quando eu era pequena, achava que aos 21 anos eu seria uma adulta perfeitamente madura e com a vida ganha. Que eu talvez fosse ser rica, tivesse um emprego legal e estivesse casada -olha só!
Mas tinha algo de MUITO errado nisso. Meus planos não bateram com os da Fernanda de 7 anos, e nem com os da minha tia de 47 , que com certeza me traçou mentalmente as mesmas metas – isso explicaria o fato de ela sempre insistir em perguntar se eu estou namorando. E vai inventar de ter um amigo homem pra ver... Vira meu namorado para família toda, sem ao menos eu ser consultada!
Quando é que vamos entender que isso tudo não passa de um padrão? Um padrão não-obrigatório, importante ressaltar. 
Eu decidi ser jornalista, das que vão atrás da notícia independente de que lugar do mundo ela esteja. Eu decidi que num futuro próximo quero ser uma mulher ainda mais independente e morar sozinha (sem a necessidade de estar acompanhada). Eu decidi aprender com a vida e com as milhares de desilusões e problemas que já tive. Eu decidi viajar o mundo, e que o único relacionamento sério ao qual eu vou me prender serão com o meu trabalho e com as metas de países que quero conhecer. Eu decidi por tudo o que me faz feliz  - e me faz viver!
Pode ser engraçado não ser tão adulta quanto eu imaginava que seria com essa idade (ou frustrante não ser tão rica), mas o mais legal de ter 21 anos é justamente ter idade o suficiente para viver um paradoxo: ter personalidade própria formada, pegar a estrada, fazer as próprias escolhas, aprender, arriscar, errar e (quase) sempre ter tempo para consertar. E ao mesmo tempo, sofrer por amor, entrar em crise existencial, chorar, se desesperar, e poder chamar pela mãe a cada vez que a situação apertar.


Por: Fernanda Lagoeiro.
Imagem: Reprodução.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Trabalhos voluntários estão associados a longevidade e menor risco de doenças

Foto: Divulgação
Que tal aproveitar esta época do ano, se inspirar no espírito natalino e se engajar em um trabalho voluntário? Além de ajudar o próximo, doar um pouco de tempo a um desconhecido faz bem ao corpo e à mente. E não é preciso um grande gesto: mesmo pequenas atitudes, se feitas com generosidade e de “coração aberto”, são potencialmente benéficas para a saúde.

Segundo o médico e neurocientista Jorge Moll Neto, experimentos utilizando mapeamento cerebral por ressonância magnética mostraram que pessoas que fizeram doações para instituições de caridade tiveram os mesmos “centros de recompensa” do cérebro ativados que indivíduos que se dedicaram a outros eventos prazerosos, como comer chocolate, receber um elogio ou uma soma em dinheiro ou ouvir música.

— Vimos também que o doar ativou, de forma seletiva, duas regiões do cérebro (o córtex subgenual e a área septal) que estão relacionadas ao sentimento de apego, de pertencimento. Essas regiões estão envolvidas, por exemplo, no cuidado que uma mãe tem com o filho e na união entre casais. Ou seja, quando você age em favor de uma causa ou princípio importante, você está ativando um sistema que foi desenvolvido ao longo de milhões de anos para promover os laços familiares e de amizade — explica Jorge Moll Neto, autor da pesquisa e diretor-presidente do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR).

Além disso, de acordo com o especialista, nos últimos anos, estudos vêm acumulando evidências de que o engajamento voluntário em causas sociais e o empenho em promover o bem-estar alheio estão associados tanto à maior longevidade quanto à redução do risco de diversas doenças, como problemas cardíacos e depressão, por exemplo.

Para a psicóloga Teresa Beatriz Eder, estender a mão aos mais necessitados valoriza o ser humano e dá um novo sentido à vida.

— O voluntário cresce como pessoa porque percebe que, mesmo ele próprio passando por alguma dificuldade, é capaz de ajudar os outros. Isso tira o foco dos problemas, dá um refresco à mente e permite ver o mundo de forma diferente — diz Teresa, do Hospital Caxias D’Or. — Tempo, ninguém tem muito. Mas quando nós nos propomos a realizar um serviço voluntário e vemos o quanto isso faz bem, arrumamos tempo para fazer mais vezes.

Ânimo para prosseguir com a vida ou o tratamento

Há cinco anos, Pablo Tavares, de 31, se dedica a visitar hospitais para levar um pouco de carinho, atenção e alegria a crianças internadas. Se não há retorno financeiro, a recompensa emocional é enorme.

— Eu trabalhava em banco e já fazia trabalho voluntário. Quando fui demitido, resolvi que queria fazer aquilo para sempre, não de forma amadora, mas como uma profissão — conta Pablo, que criou a Trupe Miolo Mole em 2013. — O voluntariado me traz satisfação pessoal porque é uma relação de troca.

Pablo diz que começou a fazer serviços voluntários de forma despretensiosa e, depois, se apaixonou pelo trabalho:

— Se eu estivesse internado em um hospital, queria ser tratado daquela forma. Quero dar o que gostaria de receber. Amo ao próximo como a mim mesmo. Às vezes, as pessoas reclamam, mas não fazem nada para melhorar o mundo. Eu estou tentando mudá-lo um pouco. Já recebi mensagens de crianças falando como meu trabalho as ajudou no tratamento. Faz muita diferença para mim saber que estou fazendo a diferença para os outros. Quero ficar velhinho fazendo isso.
Para quem recebe a boa ação, principalmente quando se trata de pacientes, o benefício é se sentir mais animado, apesar dos obstáculos.

— A pessoa percebe que não está sozinha, que há gente preocupada com ela. Isso a motiva a prosseguir com o tratamento ou a própria vida — diz a psicóloga Teresa Eder. — O trabalho voluntário é um remédio para ambos os lados.

Ajudar um parente, um vizinho ou um amigo já pode ser um primeiro passo.

— Aquilo que você faz e que, ao colocar a cabeça no travesseiro, lhe faz pensar “que bom que fiz isso, minha consciência está tranquila” ou “isso fez bem a alguém, sinto-me uma pessoa um pouquinho melhor” provavelmente desencadeará efeitos benéficos à saúde — completa Jorge Moll Neto.

Fonte: Jornal Extra 

sexta-feira, dezembro 04, 2015

Cartelas solidárias: tradicional bingo da Hospitalhaços anima tarde de sábado


“A bola da vez é ser solidário.” Com esse mote, o tradicional bingo da Hospitalhaços fechou com sucesso os eventos da ONG em 2015. Com 14 rodadas, o Bingo Solidário de Natal reuniu no último sábado (28/11), no Espaço Meliá, cerca de 80 participantes que desejavam se divertir e ganhar muitos prêmios.

Nessa edição, a organização contou com a ajuda de vários parceiros que doaram salgados e doces para o café colonial, servido nos intervalos, além de brindes como eletrodomésticos, artigos de decoração, bijuterias, bolsas, roupas, sapatos, brinquedos e muitas outras prendas.

A jornalista e professora Stefanie Leipert participa pela terceira vez do evento. Além da sua animação, ela trouxe também companhia, “é um evento muito bem organizado, diverte as pessoas. Eu sempre trago amigos, minha mãe, meu pai é a primeira vez que vem!”.

“Bem legal!”, foi com essa frase curta e animada que Leo Corniani, 6 anos, comemorou com a mãe o prêmio que ganhou no bingo. Essa é a segunda vez que participa e a primeira que ganha.

Se alguns são novatos, outros são veteranos no evento. É o caso da aposentada Esmeralda Abrahão Aburad que não perde nenhum bingo da ONG. Segundo ela, não existe segredo para ganhar, é pura sorte. Porém, para não perder um número e anotar de forma confortável, ela tem até uma espécie de “caneta-carimbo.

Confira imagens dela, dos vencedores e tudo que rolou no evento!

























Mais fotos aqui!

Agradecimentos:
Bebidas e descartáveis
• Servlar  • Kikito Festas 

Salgados:
• Bambini • Baudet & Malek Buffet • Gislaine Salgados • La coxinha • Padaria di Capri • Pão da Primavera • Pão de Queijo Cremoso • Supermercado da Vila DOCES: • Casa dos Bolos – Cambuí • Cheiro de Bolo • Docerias da Ilma • Empório Santa Verena / Confeitaria Dolder • Fino Grão Paneteria • Florinda Bolos • Happy Festa • La Campana Doces • Malena Bolos e Tortas • Padaria Germânia • Padaria Nossa Senhora de Fátima • Padaria Rondon • Padaria Santa Clara • Padaria São Geraldo • Padaria Veneza • Sodiê • Zuleika Confeitaria (Av. da Saudade e Av. Alberto Sarmento)
Patrocinadores (prêmios):
 
• Angela Lemos Semijóias • Artesanato do Mel • Bagaggio • Boticário • Cacau Show • Espeço Saúde e Beleza • Fernanda Lorenzetti • Fornitura relógios • Geraldo Alta Costura • Giovannetti • Ibiza • Janela Janelinha • John Deere • Klin • La Sorellina • M Art Bordados • Mary Kay (Scheila Cury) • Mirella Guida Assad • Moviecom – Cinema Unimart • O Brigadeirinho • Pampili • Prime Italian • Pufolândia • Querença • Rancho do Frango • Salão das Meninas – Cambuí • Silvia Faé Moda Feminina • Skina Magazine • Trilha Verão • Vijú Semi Jóias • Wool Line

Luciana Pansani
Jornalista da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços

quinta-feira, dezembro 03, 2015

ONG comemora 16 anos de humanização hospitalar com festa

Aniversário, diversão, música, convidados especiais e festa, muita festa. Esse é um breve resumo do final de semana passado, isso graças a comemoração de mais um ano da nossa ONG Hospitalhaços. No dia 27 de novembro, a organização celebrou 16 anos de atuação nos hospitais de Campinas e região.

O Happy Night aconteceu no La Nuit, no distrito de Souzas, e contou com coquetel assinado pelo Delikatessen Buffet e foi animado pela banda Hasta Martes e Deejay Amauri. Aproximadamente 280 pessoas participaram do evento, que também homenageou empresas parceiras, que aportaram recursos por meio da Lei Rouanet em 2015: John Deere, Unimed, Scholle e Avery Dennison.

A comemoração serviu também para celebrar o ano, que foi importante para o crescimento da ONG. “Nós fomos na contramão do país, conseguimos fazer mais coisas do que fizemos o ano passado. Temos muito a agradecer, crescemos mais quatro hospitais e estamos para inaugurar mais uma brinquedoteca”, comemora o coordenador geral da ONG Mario Eduardo Paes.

Líder de Setor, Camila Arruda atua há 9 anos na entidade e foi uma das voluntárias que celebrou a festa de aniversário. “É muito legal ver que chegou aos 16 anos e o quanto ela evoluiu em todo esse tempo. Só estando aqui para saber o quanto é gratificante participar e o quanto é importante ver a diferença que a gente faz em uma atuação”, afirma.

A ONG Hospitalhaços agradece essa importante atuação voluntária nos hospitais e em outras áreas da organização, aos simpatizantes da causa e aos nossos parceiros que estiveram na festa e que colaboraram com o nosso trabalho o ano inteiro. Que venha mais anos de humanização hospitalar!

Quer ver como foi a celebração? Confira as fotos abaixo e mais imagens aqui!






















Luciana Pansani
Jornalista da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços

Colaboração:
Wagner Mageste
Coordenador da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços





quinta-feira, novembro 26, 2015

Jogadores do Santos FC gravam vídeo especial em prol do Novembro Azul

Com o objetivo de orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde e procurar o médico com mais frequência, o Santos FC reuniu os atletas do seu elenco profissional e comissão técnica para, usando um falso bigode, chamar a atenção dos seus torcedores e simpatizantes sobre o tema saúde masculina.

De forma bem humorada, os integrantes do Peixe aparecem bigodudos em vídeo da Santos TV, ao som da música “Será que tem açúcar no bigode do rapaz?", composição de Roberto Martins e Augusto Garcez, interpretada pelo clássico grupo musical Demônios da Garoa. 

Integraram a gravação os atletas Chiquinho, David Braz, Gabriel Barbosa, Gabriel Gasparotto, Gustavo Henrique, Lucas Lima, Marquinhos Gabriel, Renato, Ricardo Oliveira, Thiago Maia, Zeca, Vladimir e Rafael Longuine. As participações especiais ficam por conta do técnico Dorival Junior, do auxiliar técnico Lucas Silvestre e de Bernardo, filho de Chiquinho.

Preconceito

O vídeo conta com o apoio do Instituto Lado a Lado, idealizador do Novembro Azul no Brasil, e é mais uma iniciativa do projeto de responsabilidade social do Clube, o “Muito Além do Futebol”, gerido pelo Departamento de Comunicação do Santos FC.

Além dos atletas, a produção apresenta, entre outros, dados que evidenciam as diferenças no comportamento entre mulheres e homens: a cada três mortes de pessoas adultas no Brasil, duas são de homens; eles vivem, em média, sete anos a menos do que elas. 

Estudos comprovam que os homens são mais suscetíveis às doenças, especialmente às enfermidades graves e crônicas, e essa ocorrência está ligada ao fato de que eles recorrem menos frequentemente do que as mulheres aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram. 

Segundo dados do SUS (Sistema Único de Saúde), enquanto o registro de consultas ginecológicas é de 16 milhões de atendimentos, o de consultas ao urologista é de apenas 2 milhões. Baseado nessas informações, a assinatura do vídeo resume a problemática: “A maior doença do homem é o preconceito. Se cuida, bigode”.


quarta-feira, novembro 18, 2015

Baiana vence o câncer de mama e cria blog para ajudar outras mulheres

Baiana vence câncer e cria blog sobre o assunto.
Quando a baiana Paula Dutra recebeu o diagnóstico de câncer de mama, em 2010, ouvir apenas dos médicos como seria o tratamento e os efeitos colaterais não era suficiente: “A gente fica com a necessidade de falar com outra pessoa que passou por isso, perguntar o que sentiu, pedir conselhos”. 

Ao procurar por ajuda na internet, ela percebeu que não existiam blogs ou páginas nas quais as pacientes pudessem trocar experiências e ajudar umas às outras. Foi assim que surgiu a ideia de criar o blog Mãos na Mama, que, hoje, é o único da Bahia que fala exclusivamente sobre o assunto e um dos poucos do Brasil que é constantemente atualizado. 

Qual tipo de câncer você teve? E como foi o tratamento?  

Tive um câncer chamado carcinoma ductal invasivo — receptor de hormônios. Fui diagnosticada aos 30 anos. Como meu diagnóstico foi precoce, quando o tumor tinha menos de dois cm, eu não precisei ter um tratamento tão invasivo. Tirei apenas um quadrante da mama. Fiz oito sessões de quimioterapia, uma cirurgia e radioterapia. Hoje, faço bloqueio hormonal, que comecei em 2011 e vai até 2021.

Como foi a sua reação ao receber o diagnóstico?

Por mais incrível que pareça, eu não me desesperei nem nada. Olhei para o médico e disse "tá bom, e agora?". É claro que este é um momento muito difícil, mas eu sabia que precisava manter a calma para lutar contra a doença e é isso que eu sempre falo para outras mulheres, é preciso ter calma, porque dá para curar.

Depois do diagnóstico você buscou ajuda na internet. O que você encontrou? 

Procurei ajuda, mas encontrei muito poucas comunidades. Parece que 2011 faz pouco tempo, mas para a internet é um abismo enorme. Encontrei algumas coisas em fóruns americanos, mas aqui no Brasil havia muita coisa técnica e pouca coisa leiga. Acho que hoje a coisa está muito mais fácil, com os grupos em redes sociais, portais etc.

Qual foi a importância de conversar com essas outras pacientes tanto após o diagnóstico quanto ao longo do tratamento? 

Eu conversei com todas as pessoas próximas e as que eu ia encontrando. A gente fica com a necessidade de falar com outra pessoa que passou, perguntar o que sentiu, querer ajudar, pedir conselhos. Essa necessidade chega a ser maior do que falar com o médico. É fundamental essa troca de experiências, por isso que eu me disponho a ajudar qualquer pessoa que precisa.

Falar abertamente sobre a doença também te ajudou a encará-la de forma mais fácil?  

Sim, isso desmistifica a doença, faz com que as pessoas vejam que não é uma sentença de morte e, ao mesmo tempo, alerta mulheres jovens como eu que a doença pode atingir qualquer pessoa. Hoje mesmo uma amiga disse que, depois de ter me conhecido, ela vai fazer os exames das mamas bem mais calma, sabendo que se tiver alguma coisa, terá como resolver. As pessoas me procuram, principalmente nesse primeiro momento do diagnóstico quando sempre vão à internet em buscar de respostas.

E como surgiu o blog Mão Na Mama?  

Com o passar do meu entendimento, eu quis fazer o blog justamente para ajudar a colocar de forma leiga a informação técnica que existia. Porque, quando a informação era leiga, era desencontrada e sem credibilidade. Eu quis sanar isso. Falo das minhas experiências e, quando é uma coisa mais técnica, peço ajuda a alguns oncologistas que conheço para validarem o texto. Hoje ele é o único da Bahia que fala exclusivamente sobre o assunto e um dos poucos do Brasil que é constantemente atualizado.

Então o blog e as redes sociais também passam uma sensação de união para as mulheres?  

Sim, pois falamos das dúvidas mais elementares! E esses espaços tiram uma das principais angústias: a solidão. "Eu não estou sozinha". Sempre penso no termo "cancer sister" (“irmã do câncer”, em tradução livre), pois vejo uma incrível solidariedade entre 99% das pacientes de câncer. Nós formamos mesmo uma comunidade. Hoje, tenho várias pessoas que conheci por conta da doença e considero amigas. Temos um elo, uma ligação eterna!

Quais são as principais dúvidas ou receios que as mulheres têm quando entram em contato com você?

Se o cabelo cai mesmo, se elas vão enjoar, como foi meu caso, meu tratamento. Basicamente, é o medo do desconhecido. O principal receio, depois do cabelo, é a quimioterapia, todas pensam de primeira que vão vomitar e enjoar muito, o que não é verdade. Cada caso é um caso e hoje a medicina está super avançada.

De todas as pessoas que entram em contato com você para pedir ajuda, teve algum caso que mais te marcou? 

Lembro que um marido do Rio de Janeiro me procurou porque a mulher havia sido diagnosticada. Passamos um bom tempo trocando ideias, ele desabafando as angústias. Depois disso, muito me emociona o caso de uma pessoa próxima a mim que teve câncer de mama com dois meses de gravidez, fez todo o tratamento e, hoje, ela e a criança estão super saudáveis. Cada caso é especial e, hoje em dia, muitas das pessoas que ajudei me auxiliam na conversa com outras pessoas, por exemplo, quando uma pessoa que tem filhos pequenos ou está grávida me procura, eu coloco ela em contato com essa amiga que citei, que passou por isso.

Fonte: R7

sexta-feira, novembro 13, 2015

Enfermeiras cantam ‘Let It Go’ para animar menina durante quimioterapia

Millie e as enfermeiras (Foto: Reprodução Facebook)
Muitas vezes, um pequeno gesto pode se tornar uma lembrança querida para alguém. É o caso da performance feita por enfermeiras do hit da Disney ‘Let It Go’ junto com uma garotinha de 3 anos que sofre com o câncer.

Millie McColl foi diagnosticada com neuroblastoma no estágio 4, que já se espalhou para diversas partes do corpo, em junho, e, desde então, está internada no Hospital Infantil New Royal em Glasgow, na Escócia.

Muitas vezes, um pequeno gesto pode se tornar uma lembrança querida para alguém. É o caso da performance feita por enfermeiras do hit da Disney ‘Let It Go’ junto com uma garotinha de 3 anos que sofre com o câncer.

Millie McColl foi diagnosticada com neuroblastoma no estágio 4, que já se espalhou para diversas partes do corpo, em junho, e, desde então, está internada no Hospital Infantil New Royal em Glasgow, na Escócia.


Millie com vestido inspirado na personagem Elsa (Foto: Reprodução Facebook)

Sabendo que a menina é fã do filme da Disney Frozen, um grupo de seis enfermeiras decidiu fazer uma espécie de karaokê com a principal música do filme junto com a menina, para mantê-la animada durante uma sessão de quimioterapia.

A mãe de Millie, Lynsey, filmou o “show” e postou no Facebook. “Isso não aconteceu exatamente como pensei”, escreveu a mãe, em referência aos momentos em que a menina fica tímida e para de cantar. “Mas nós nos divertimos e, como sempre, Millie mostrou que a quimioterapia não vai abatê-la. Agradeço as adoráveis meninas do turno noturno de ontem por entrarem na brincadeira e alegrarem o dia de Millie! Vocês são incríveis!”

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, novembro 12, 2015

Primeira professora com Down do país ganha prêmio nacional de educação


A professora potiguar Débora Seabra, 33 anos, primeira educadora com síndrome de Down do país, recebeu no final de outubro o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação 2015, em Brasília. Ela foi considerada exemplo no desenvolvimento de ações educativas no Brasil. O prêmio é promovido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e acontece anualmente.

Débora é formada em Magistério em nível médio na Escola Estadual Professor Luis Antônio, em Natal (RN), com estágio na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Trabalha há dez anos como professora e hoje atua na Escola Doméstica, um colégio particular da sua cidade.

A professora roda o Brasil e já foi em outros países, como Argentina e Portugal, para falar sobre o combate ao preconceito na sala de aula.  Em 2013, ela lançou o seu primeiro livro, chamado “Débora conta histórias”, recheado de fábulas infantis.

domingo, novembro 08, 2015

Famosos inspiram o mundo ao compartilharem suas histórias com transtornos mentais

Diabetes, hipotiroidismo e câncer são doenças que qualquer um de nós poderíamos ter. Depressão, esquizofrenia e transtornos obsessivos também. A diferença é que sobre este segundo grupo ainda recai uma espessa manta de tabus e preconceito, que não ajuda em nada quem sofre com esses distúrbios.
Para encorajar pessoas que também enfrentam batalhas contra doenças mentais, diversas celebridades decidiram se abrir em relação às histórias que elas mesmas têm com esses transtornos. A luta pode ser silenciosa, mas ela é mais comum do que imaginamos – e não tem nada de “insano” ou anormal em relação a isso, afinal, doenças mentais são apenas doenças, que como qualquer outra podem ser tratadas e controladas.
Saiba quem são essas celebridades e com quais transtornos mentais elas precisam lidar. Porque ninguém está imune a eles:

Ellen Degeneres – Depressão

Tudo o que eu temia, acontecia comigo. Perdi meu show. Fui atacada de todas as formas. Passei de ganhar muito dinheiro com uma sitcom para não ganhar dinheiro. Quando eu saí daquele estúdio após 5 anos de trabalho duro, sabendo que tinha sido tão maltratada por nenhuma outra razão se não pelo fato de ser gay, eu entrei em profunda, profunda depressão“.

Adam Levine – TDAH (Déficit de Atenção)

Quando eu fui diagnosticado com TDAH, não foi uma surpresa porque eu sempre tive dificuldade em manter o foco na escola. E eu acho que, mesmo agora, as pessoas enxergam meu transtorno no dia a dia. Quando eu não consigo prestar atenção, eu não consigo mesmo.”

Brad Pitt – Depressão

Eu tive que lidar com a depressão, mas agora não, não nesta década – talvez na anterior. Mas isso também é enxergar quem você é. Eu olho para isso como um grande aprendizado, como um dos anos ou um semestre. ‘Este semestre estou me especializando em depressão. Fazendo as mesmas coisas todas as noites, tendo dificuldade para dormir, a mesma rotina. Mal podia esperar para chegar em casa e me esconder“.

Elton John – Bulimia

"Assim que eu falei ‘preciso de ajuda’, eu sabia que iria ficar melhor, eu estava determinado em melhorar. Mas foi um alívio conseguir falar”.

Angelina Jolie – Depressão

Me sentia como se estivesse indo para um lugar bem escuro, e eu era incapaz de me levantar de manhã, por isso assinei algo que me obrigaria a ser ativa.”

David Beckham – Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

Eu chego em um hotel. Antes de conseguir relaxar, eu preciso pegar em todos os folhetos, livros, etc e colocá-los em gavetas. Tudo tem que estar perfeito”.

Beyonce Knowles – Depressão

Quando me tornei famosa, tinha medo que mais ninguém fosse me amar pelo que eu era. Eu tinha medo de fazer novos amigos. Até que um dia minha mãe falou: ‘Por que você acha que uma pessoa poderia não gostar de você? Você não sabe quão inteligente, querida e linda você é?’ Foi quando eu decidi que só tinha dois caminhos: ou desistia ou seguia em frente.”
Fonte/Foto: Hypeness