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segunda-feira, junho 29, 2015

Prestação de Contas: 4º Arraiá Hospitalhaços



Prezados voluntários e amigos,

Segue prestação de contas do 4º Arraiá Hospitalhaços, realizado em 06/06/2015:

A ONG arrecadou um total de R$ 19.880,00. Esse valor será utilizado nas despesas mensais da ONG. No total, foram 1400 participantes, incluindo voluntários.

Na sede administrativa, estão disponíveis para consulta:

• Livro de controle de vendas do bazar
• Livro caixa

Cordialmente
Coordenação Geral da ONG Hospitalhaços

domingo, junho 21, 2015

Reflexão de domingo

Antes de viajar vem o momento master: o êxtase, a ansiedade, o desconhecido, a incerteza do que está por vir. Depois, na volta, vem a depressão, a carência, e a saudade, junto com a sensação de que ninguém te entende por que você é de/está em outro mundo. Mas e durante, o que acontece?

Durante a viagem, o seu psicológico trabalha bastante. Você passa o dia inteiro conhecendo gente nova, vivendo mudanças, observando lugares, comparando coisas e pessoas, e à noite você absorve todas essas novas experiências. Por isso dizem que viajar é a melhor forma de se renovar, se esclarecer e refletir sobre si mesmo e sobre a sua vida. Mas essa parte noturna, apesar de necessária e inevitável, é perigosa: é quando fazemos um "balanço" e começamos a pensar quem somos, o que seremos, o que vamos querer/fazer da vida.

Isso acontece especialmente durante intercâmbios, e já aconteceu comigo. Eu me sentia perdida num mundo particular, como se tivesse passando por uma crise existencial! Você começa a pensar em toda a sua vida, o que você fez (de certo e de errado), o que vai fazer quando voltar, como vai ser - porque você já não é mais o mesmo. Você se pega realmente perdido, chorando, refletindo olhando pra janela do quarto, admirando a vista que ainda tem.

Mas isso é normal. Sim, te garanto! Isso quer dizer que você está amadurecendo - e essa é uma das primeiras "auto-decisões" de muitas que você vai tomar durante a sua vida. Mas viajar te possibilita viver isso de maneira mais natural - sem ninguém por perto, você entra em acordo com você mesmo e arca com as suas próprias decisões. E isso você vai usar para cada pequeno imprevisto pelo qual tiver que passar.

Por isso, o famoso "sair da caixinha" é tão importante: te deixa mais independente, mais leve, mais seguro. Experiências que você só vive fora da sua zona de conforto. Não tenha medo de viajar sozinho, de sair de casa por muito tempo, de não conhecer o lugar, de não ter ninguém. Você vai ver como você vai superar tudo isso com o tempo! E não tem prazer maior do que a autonomia: de ser você mesmo, agir como você realmente é, de ter o seu espaço, seu dinheiro, suas coisas, comer o que quiser haha. Mas o mais importante: estar seguro para crescer, e motivado para buscar algo além do que sonhou!     

sábado, junho 20, 2015

Creche fica no mesmo lugar que um lar para idosos

Providence Mount St. Vincent, em Seattle, abriga no mesmo local idosos e crianças. A creche composta por crianças até 5 anos interage diariamente com os idosos moradores do lar, por meio de atividades propostas pelas professoras do ILC.

O objetivo do ILC é trazer aconchego e carinho para os mais de 400 idosos do lar ao mesmo tempo em que ensinam crianças sobre a vida, criando nelas um senso de respeito e admiração pelos idosos.

O programa da organização quer mostrar pra essas crianças que o processo de envelhecimento é algo normal, assim como criar nelas a sensibilidade de aceitar melhor pessoas com deficiência e limitações.

A iniciativa é uma alternativa para esquivar os idosos de uma realidade muito pesada, comum para quem costuma envelhecer isoladamente.


Fonte: IdeiaFixa

segunda-feira, junho 15, 2015

Vídeo emocionante mostra a despedida de um cão e seu melhor amigo

Seja com os animais ou com os humanos, a única certeza da vida é a morte. Sempre chega um dia em que temos de dizer adeus e a dor é inevitável. Após longos anos de amizade e fidelidade, o fotógrafo Ben Moon se despediu de seu melhor amigo, o cão Denali, com uma última aventura juntos, que acabou por se tornar um emocionante tributo registrado em vídeo.

O vídeo, narrado por Moon como se fosse seu cachorro, resume alguns dos grandes e pequenos momentos entre ele e o companheiro de todas, literalmente todas, as horas. Quando o homem estava tratando um câncer, Denali fez questão de ficar ao seu lado na cama de hospital e não deixava que ninguém o tirasse de lá. Por toda a vida, a dupla acampou, fez novas amizades, curtiu uma praia, dormiu junto e a última jornada não poderia ser diferente, eternizando estes momentos que somente melhores amigos são capazes de fazer.

David Dudley certa vez escreveu: “Quando alguém que você ama entra pela porta, mesmo se acontecer cinco vezes ao dia, você deveria ir insanamente com alegria”, e seguindo esta premissa, Ben Moon criou o belo vídeo de memórias para seu mascote. É importante avisar que você deve assistir ao vídeo somente se estiver confortável para chorar, porque a delicadeza desta obra toca o coração, o que acabou rendendo para o autor os prêmios Best of Festivale People’s Choice no 5Point Film Festival, que acontece em Carbondale, nos EUA.

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

Fontes/Fotos: Hypeness

terça-feira, junho 09, 2015

Arraiá Hospitalhaços: festa uniu voluntários e convidados em prol da humanização hospitalar

A quarta edição do Arraiá Hospitalhaços bate mais uma vez recorde de público. Este
ano foram mais de 1.500 pessoas que passaram para prestigiar e aproveitar a festa.

O evento aconteceu no último sábado (6) e não faltaram atrações para garantir a diversão de crianças e adultos. Para os pequenos, teve uma roda de cantigas, mas havia também os tradicionais jogos: pescaria e boca do palhaço. Já os adultos, além de degustarem as comidas e bebidas típicas da ocasião, puderam participar de um animado bingo. 

Para que esta festa ocorresse da melhor maneira possível, mais de 200 voluntários se disponibilizaram, eles estavam presentes da bilheteria à limpeza do local. Muitos ainda levaram a família para curtir o Arraiá. Foi o caso da analista de recursos humanos, Dgeni Pellegrini, que acompanhou sua filha, voluntária há um ano. Para ela, a festa junina da Hospitalhaços é um momento de reunir a família e colaborar com a ONG: “É um momento de muita união, dá pra notar que são muitas famílias, muitas crianças e é isso que falta na sociedade.”. 

Por outro lado, foi a chance que muitos tiveram para conhecer e entender um pouco sobre o trabalho da Hospitalhaços. Como o casal Cristiane Rangel e Rafael Guimarães, eles tiveram conhecimento do evento na missa da paróquia em que participam. Recém mudados para Campinas/SP, o casal viu uma oportunidade de se divertir e levar à filha, Clara, de 3 anos, para interagir com outras crianças. “Não conhecíamos a ONG, viemos por causa da festa junina e nos deparamos com este trabalho maravilhoso.” Revela o casal. 

Na já tradicional festa junina, não poderia faltar os palhaços caracterizados, DJ, correio elegante e também o poema cantado. Muitos itens foram provenientes de doações, e todo o valor arrecadado será revertido para melhorias na ONG Hospitalhaços. 
  

 Confira algumas fotos:


 

 

 







 Confira todas as fotos no link
Jornalista da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços 


sexta-feira, junho 05, 2015

Alunos doam valor de sua viagem para ajudar professora com câncer

15Nem sempre as matérias sobre jovens e o sistema de ensino são positivas. Mas hoje, uma história para renovar a sua fé na humanidade!

Por 4 anos, alunos da Profile School, em Bethlehem, nos Estados Unidos, arrecadaram dinheiro para sua viagem de final do ano, que seria quatro noites no Rydin ‘Hi Ranch, um resort em Nova York.

Porém, a turma logo descobriu que a diretora da escola, Courtney Vashaw, havia sido diagnosticada com câncer raro.

Foi quando eles se uniram e fizeram uma votação que terminou de maneira unânime, e emocionou muita gente, que todo o dinheiro que haviam arrecadado para realizar uma viagem, um montante de quase 8 mil dólares (cerca de R$ 25 mil), seria doado para ajudar nas despesas com o tratamento da professora.

Ian Baker, um dos alunos, disse que sua turma decidiu fazer o ato altruísta porque Courtney é uma pessoa muito atenciosa, e quiseram fazer o mesmo por ela.

Outro estudante, Christopher Sirois, disse que cada um deles possui afinidade com a professora e que ela é uma das mulheres mais determinadas que conheceram.

Veja abaixo o momento em que os alunos contam para sua professora essa notícia:

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Fonte: Razões Para acreditar

terça-feira, junho 02, 2015

Bazar Hospitalhaços: conheça mais um trabalho especial da ONG

De brinquedos a sapatos: tem de tudo e com preço especial! O Bazar Hospitalhaços é mais uma iniciativa importante para ajudar a ONG. Ele é mantido por meio de doações e todo o dinheiro das vendas é revertido para a organização. A ação ajuda a captar recursos para entidade para que ela continue a importante missão de humanizar hospitais da região de Campinas.  

O mais interessante da iniciativa é que você pode ajudar doando objetos que não usa mais e também contribuir ao comprar produtos dos mais diversos: móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, roupas, sapatos, bijuterias, objetos de decoração etc. 

Anote os horários de funcionamento e conheça um pouco mais o nosso trabalho:

Quarta-feira: das 14h às 17h
Quinta-feira: das 9h às 12h

Mais informações: (19) 3234-3076



Luciana Pansani
Jornalista da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços

sexta-feira, maio 29, 2015

Gastronomia com solidariedade: confira o que rolou no Jantar Amigos do Bem

Na última terça-feira (dia 26/05), o jantar no restaurante Prime Italian teve como entrada principal a alegria e prato especial, a solidariedade. O motivo do cardápio foi nobre: recepcionar os convidados para mais um Jantar Amigos do Bem, realizado pela ONG Hospilhaços. 

Na festa, cada convite dava direito ao buffet, cozinha show, refrigerante, água e ice tea. Cerca de 170 pessoas puderam apreciar excelente gastronomia em companhia dos amigos e familares, dos voluntários da organização e também dos colaboradores do restaurante, que tornaram o jantar ainda mais delicioso. 

Uma noite de sucesso que consolidou ainda mais a parceria com o estabelecimento. “É um trabalho imprescindível para a nossa cidade. Eu tenho orgulho de fazer um pouquinho parte da instituição ao abrir as portas da nossa casa para a ONG”, afirma a empresária Adriana Sampaio de Oliveira, uma das sócias do Prime Italian.

O coordenador geral da ONG Mario Eduardo Paes também esteve presente no evento. “É mais um momento de confraternização da comunidade com a Hospitalhacos, a gente só tem a agradecer as pessoas que vieram e desejar que a comunidade continue a abraçar a nossa causa”.

Para Davi Furigo de Melo, o palhaço Amoré, a noite foi de estreia. O jantar foi a sua primeira atuação em eventos da Hospitalhaços e ele revela que o trabalho é o mesmo feito no hospital, “a gente faz o mesmo tipo de trabalho que é o de se comunicar, fazer sorrir, levar uma mensagem de esperança, de amor e humanizar!”.

A ONG Hospitalhaços continua essa missão durante o ano nos hospitais da região e, para ajudar a cumprir essa tarefa especial, vários outros eventos estão sendo planejados. “Todo mundo fala que esse é um ano difícil, mas para gente está sendo abençoado. Tivemos um aporte de empresa que nos deu condições de fazer uma estruturação grande e nós temos até o final do ano um projeto de expansão para 2016. Nós esperamos que o segundo semestre seja ainda melhor”, afirma o coordenador Mario. 

O mês de junho já começa divertido com mais uma festa tradicional e de sucesso da organização: o 4º Arraiá Hospitalhaços já tem data marcada, dia 06 de junho, e terá grandes atrações. Saiba mais e garanta o seu convite!

Confira as imagens do Jantar Amigos do Bem!













Clique e confira mais!

Fotos: Marcella Azevedo

Luciana Pansani
Jornalista da Equipe de Comunicação da ONG Hospitalhaços

domingo, maio 24, 2015

Filho quita casa dos pais com dinheiro que ganhou com app e faz supresa emocionante

Temos certeza que o presente que você deu para seu pai e sua mãe no Natal foi ótimo e escolhido com muito amor, mas nada se compara à surpresa que o desenvolvedor de aplicativos Joe Riquelme fez para os pais dele. Ao entregar um envelope branco, simples, ele os deixou verdadeiramente emocionados.
Dentro do envelope havia papéis de banco e um recado: “Sua casa está quitada. Feliz Natal. Joe” Com o dinheiro conquistado com o aplicativo de compartilhamento de vídeos Videoshop, o nova-iorquino conseguiu pagar a hipoteca da casa em um ato verdadeiramente nobre. No papel ainda havia três itens marcados como feitos: criar os filhos, crédito estudantil e hipoteca. A reação dos pais do rapaz foi gravada em vídeo e é de arrepiar. Tudo o que a mãe consegue dizer a ele é: “eu te amo tanto!”
Ao compartilhar este momento incrível em sua conta no Facebook, o desenvolvedor afirma: “às vezes os melhores presentes vêm em pacotes horríveis. Feliz Natal a todos!“.
E não foi só os pais que ficaram emocionados com esse generoso presente. A internet também se comoveu com Joe e prova disso são as mais de 10 milhões de visualizações que o vídeo teve até agora. Assista:



Fonte: Hypeness

sexta-feira, maio 22, 2015

Faxineira de 66 anos volta a estudar para ajudar neto nas lições de casa

a-faxineira-maria-das-merces-silva-66-voltou-a-estudar-para-ajudar-no-neto-nas-licoes-de-casa-1426684436048_615x470Histórias que envolvem avós e netos são extremamente especiais, muito por conta da ligação especial criada entre eles e do amor desprendido por ambos, e que acaba por transformar de alguma forma a todos.

Conheçam a história da faxineira Maria das Mercês Silva, 66 anos, que quis muito ter frequentado a escola quando pequena, mas seu pai nunca deixou, pois dizia que era coisa de menino e que mulher tinha que saber apenas cozinhar. Sem saber ler e escrever, Maria cresceu, casou, cruzou o país, virou mãe, separou e tornou-se avó.

Depois de ter passado por diversas coisas na vida, ela diz que nasceu de novo, exatamente há dois anos, quando, incentivada pelo neto, dona Maria passou a frequentar a escola pela primeira vez.
Mãe de nove filhos e com a família toda em São Paulo, a pernambucana e radicada em Curitiba (PR) não perde uma única aula. Segundo a pedagoga Priscila Correia Costa, que falou ao site UOL, dos exercícios de matemática aos treinos de educação física, ela participa de todas as atividades propostas pelos professores da Escola Municipal Rachel Mader Gonçalves.

“Ela não falta aula. Empresta livros toda semana na biblioteca. Ela evoluiu muito”, afirma Priscila. Maria está no 2º período do EJA (educação de jovens e adultos) – o equivalente ao 4º e 5º anos do ensino fundamental – em uma turma de 12 alunos com idades entre 36 e 71 anos.

O principal estímulo de Maria vem do neto Felipe Alexandre Feitosa dos Santos, 10 anos, que vive com a avó desde que tinha 1 ano e 6 meses. Sem contato com os pais desde então, o menino sempre foi incentivado a estudar pela avó. A foi invertida quando Felipe passou a pedir ajuda nas tarefas escolares e, como resposta, ouvia o choro de Maria. “Eu chorava porque eu não conseguia ajudar nas tarefas”, lembra. “Vovó, vamos para a escola. Vai ser bom para você. Você vai aprender e vai me ensinar”, passou a dizer o neto.


Enquanto Maria está em aula, Felipe aguarda em uma sala de acolhimento, onde brinca e desenvolve atividades educativas. “Ela já melhorou muito. Reconhece palavras, escreve e sabe ler. Eu costumo corrigir as lições dela, mas eu quero que um dia ela corrija as minhas”, diz o “futuro advogado”, que frequenta o 5º ano na Escola Municipal Marumbi.

A história de Maria das Mercês e Felipe chamou inclusive a atenção do poder público. Felipe tornou-se um herói mirim do projeto Kids of Curitiba, que retrata o perfil de crianças vencedoras e com histórias de superação no perfil da Prefeitura de Curitiba no Facebook.

Com o avanço notável na escola, Maria orgulha-se em dizer que agora não tem mais medo de andar de ônibus. Antes, quando não sabia ler, era um desafio praticamente impossível. “Eu estou muito feliz. Estou igual a uma criança. Sabe quando a pessoa está cega e começa a enxergar? É isso que está acontecendo comigo hoje. Aprendendo a ler e a escrever, eu nasci de novo”, diz a faxineira que sonha continuar os estudos para ser professora.
Leia a matéria na íntegra aqui



domingo, maio 17, 2015

Os 10 mandamentos do voluntário

1. Todos podem ser voluntários
Não é só quem é "especialista" em alguma coisa que pode ser voluntário. Todos podem participar e contribuir: o que cada um faz bem pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil.

2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária
Trabalho voluntário não é uma atividade fria, racional e impessoal. É contato humano, é relação de pessoa a pessoa, oportunidade para se fazer novos amigos, intercâmbio e aprendizado.

3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla: o voluntário doa e recebe
Voluntariado não tem nada a ver com obrigação, com coisa chata, triste, motivada por sentimento de culpa. Voluntariado é uma experiência espontânea, alegre, prazerosa, gratificante. O voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de viver outras situações, aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

4. Voluntariado é ação
O voluntário é uma pessoa criativa, decidida, solidária. Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz. Claro que quando a ação se dá no interior de uma instituição - como uma escola, uma biblioteca ou um hospital - a contribuição do voluntário deve estar bem articulada com as necessidades e procedimentos da entidade que o recebe.

5. Voluntariado é escolha
As formas de ação voluntária são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário. Durante muito tempo o voluntariado no Brasil se concentrou na área de saúde e no atendimento a pessoas carentes. A ajuda a pessoas em dificuldade é fundamental, mas, hoje em dia, abrem-se também novas oportunidades nas áreas de educação, atividades esportivas e culturais, proteção do meio ambiente, luta contra a violência etc. Cada necessidade é uma oportunidade de ação voluntária. Basta olhar em volta e dar o primeiro passo.

6. Voluntariado é compromisso
Cada um contribui, na medida de suas possibilidades, com aquilo que sabe e quer fazer. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente. Cada compromisso assumido, no entanto, é para ser cumprido. Uma pequena ação bem feita tem muito valor. Nada é mais decepcionante do que prometer e não ser capaz de realizar.

7. Cada um é voluntário a seu modo
Alguns são capazes individualmente de identificar um problema, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo. Grupos de vizinhos, de amigos, de estudantes ou aposentados, de colegas de trabalho que se mobilizam para ajudar pessoas e comunidades. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela um clube, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa. No voluntariado é assim: não há fórmulas nem receitas a serem seguidas.

8. Voluntariado é uma ação duradoura e com qualidade
O voluntariado não compete com o trabalho remunerado nem com a ação do Estado. Sua função não é tapar buracos nem apenas compensar carências. Uma sociedade participante e responsável, capaz de agir por si mesma, não espera tudo do Estado. Assume também a sua parte sem abrir mão de cobrar dos governos aquilo que só eles podem fazer.

9. Voluntariado é uma ferramenta de integração social
Compartir alegria e aliviar o sofrimento de outros, melhorar a qualidade de vida em comum é um direito de todos. Todos têm o direito de ser voluntários. Os jovens, as pessoas portadoras de necessidades especiais, os aposentados e os idosos têm muito a contribuir com seus valores, experiência e criatividade. Assegurar a todos o direito de ser voluntário significa construir uma sociedade mais tolerante com as diferenças, mais solidária e unida.

10. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade
Ao mobilizar energias, recursos e competências em prol de ações de interesse comum, o voluntariado combate a indiferença, a discriminação e a exclusão social, fortalece a solidariedade e a cidadania, reforça o pertencimento de todos a uma mesma sociedade. Ajudando aos outros, ajudamos a nós mesmos e a todos.

quarta-feira, maio 13, 2015

Garoto bate de porta em porta para arrecadar livros e montar uma biblioteca pública

Ricardo Oliveira Costa, 10 anos, descobriu o prazer da leitura logo cedo. Decidido a fazer com que mais pessoas da sua comunidade sintam o gostinho mágico das letras, ele bate de porta em porta na cidade onde mora, Santanápolis (BA), recolhendo livros para montar uma biblioteca pública.

“Minha escola me apóia muito, minha mãe também. Com a leitura, vejo uma porta aberta nesse país”, ressalta o garoto.

Incansável, ele já conseguiu 5 mil livros e não pretende parar. A professora de Portugês da Escola Dr. Juliano Moreira, onde Ricardo estuda, Leticia Silva, diz que o menino adora o que faz, e teve a ideia da biblioteca sozinho.

“Ele pensou, produziu uma proposta com a mãe dele, e nós só temos que ajudá-lo a levar isso para frente”, afirma a professora, cumprindo o seu papel de mediadora na concretização do sonho de Ricardo, que esbanja sensibilidade e maturidade.






domingo, maio 10, 2015

Dia das Mães

Hoje resolvi fazer uma coisa diferente:
Ao invés de escrever coisas bonitas, citar Clarice Lispector, Drummond ou tantos outros poetas, ou até generalizar as felicitações, decidi que iria contar pra vocês o que o Dia das Mães significa pra mim.
É fácil falar as inúmeras coisas que uma mãe faz ou já fez pela gente, ou tudo o que ela já passou por nossa causa (e olha que são inúmeras coisas mesmo! Imagina quanto tempo eu ia ficar aqui escrevendo? haha). Mas já pensou em valorizar isso no dia a dia, no momento em que essas ações são feitas? (Sim, isso inclui todas as vezes que ela foi nas reuniões de pais na escola, toda vez que mandou você arrumar o seu quarto, ou pedir desculpas pro seu irmão por um comentário infeliz).
Eu tenho uma mãe. Sempre tive. E eu sei que a gente sempre tem mania de achar que a melhor mãe do mundo é a nossa, mas a minha é REALMENTE a melhor! Apesar de às vezes ter me desentendido com ela por motivos idiotas, ter me estressado com ela (ou, mais frequentemente, ela ter se estressado com algo aleatório que aconteceu no dia dela e descontado em mim), o que permanece são as coisas boas - e a força de vontade; eu procurei ser uma boa filha, e nunca dar muito trabalho pra ela também. 
Tenho 21 anos, e sou portadora de Lúpus desde os 13. Eu sempre amei a minha mãe mais do que tudo na minha vida, mas esse acontecimento em especial me fez intensificar o significado da palavra "Mãe". Com 13 anos você está no meio da puberdade, em plena adolescência, é rebelde por causas insignificantes e não quer respeitar as coisas que a vida te impõe quando você não tem vontade. Eu me sentia exatamente assim: tinha crises, tomava mais remédios que as pessoas normais da minha idade, saía menos, meus pais me protegiam mais (quando a gente na verdade quer começar a sair e abrir as asas), e tudo era "mais", quando eu queria que fosse "menos". 
E é aí que a minha mãe entra: cuidava de mim em cada segundo - fosse perguntando se eu estava bem, se precisava de alguma coisa, ou me levando pro hospital quando eu precisava. Me cortava o coração cada vez que eu via minha mãe dormindo encostada numa parede gelada de hospital só pra me fazer companhia, ou quando eu acordava e me deparava com ela rezando baixinho pra que eu ficasse bem. E quando eu melhorava, ela estava lá também. E quando eu melhorava, era por mim e por ela. Sempre foi.
Mas é claro que não quero que você que está lendo fique com dó de mim, até porque isso faz tempo! Não tenho crises de Lúpus há pelo menos 5 anos, e desde então, conquistei aquela independência que eu queria. "Criei juízo", como a minha mãe gosta de dizer: me formei na escola, fiz 18 anos, entrei pra faculdade de Jornalismo (e estou quase me formando também!), participei de alguns programas e congressos internacionais e comecei a viajar bastante - venho trilhando meu caminho com responsabilidade (tomo meus remédios direitinho, vou ao médico, e agora saio, às vezes até mais que uma pessoa normal da minha idade haha). Mas a minha mãe continua a mesma: boazinha, sempre lá por mim - sempre perguntando se estou bem, se preciso de algo, o que estou fazendo, como vai a faculdade, o estágio, se tenho namorado e ela não sabe...haha.
Recentemente, eu fui pega pela dengue. E com isso eu vi aquela mãe novamente, a minha mãe dos 13 anos, tão empenhada em cuidar de mim. Melhorei da dengue em 7 dias, mas nesse meio-tempo eu me lembrei do quanto era importante pra mim valorizar aquele cuidado que ela tinha comigo, aquela afeição, e aquele "vai ficar tudo bem" de sempre. É por isso que eu faço questão de dar um abraço e dizer que a amo todos os dias.
Até porque, você pensa que ela é assim só nos dias ruins? Se enganou. Nos bons momentos ela é ainda melhor! Me lembro que, no ano passado, quando fiz a minha primeira viagem internacional para representar o Brasil num congresso na Austrália, fiquei com receio de contar, porque ela com certeza iria ficar SUPER preocupada (como qualquer mãe). Mas ela exalou felicidade, e soltou um sonoro "Parabéns! Tenho muito orgulho de você, filha". Aquilo ficou guardado em mim, e eu me lembrei que quando minha mãe está feliz, eu fico mais feliz ainda! 
Por isso, eu tento valorizar esse anjo que Deus me deu cada santo dia. Claro que no Dia das Mães eu cumpri o protocolo e dei presentes, flores e um almoço especial. Mas durante a semana, eu prefiro presenteá-la com um abraço, um beijo no rosto, um "como foi o seu dia?", uma boa conversa, um sorriso, uma piada e uma boa dose de atenção. Prefiro aproveitar o presente que é ter uma mãe como ela. Claro que sou sempre grata pela família e pelos amigos maravilhosos que tenho, mas a minha mãe é realmente um ser excepcional, e eu não vivo sem ela.
Feliz Dia das Mães para todas as mães do Brasil, para as que dedicaram um tempo lendo este texto, para as madrastas, para as mães que viajam muito, para as mães loucas, as conservadoras, para os pais, avôs e avós que fazem papel de mãe, e para as inúmeras famílias adotivas (ou amigos e conhecidos que acabam adotando como família).

Sinceramente,
Fernanda Lagoeiro.


sexta-feira, maio 08, 2015

Menino quebra porquinho para ajudar Nepal

A generosidade de um menino de 12 está comovendo leitores no mundo inteiro.
Depois de juntar dinheiro durante dois anos, um menino quebrou seu cofrinho para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal.
Natural de Calcutá, no oeste da Índia, Akash Mukherjee, de 12 anos, havia poupado mais de 3,5 mil rúpias (R$ 165) para comprar uma bola nova de futebol e um presente para seus pais.
Em vez disso, ele conta que mudou de planos depois de ver a situação dos sobreviventes do terremoto na TV.

"Quando vi as imagens na TV de crianças da minha idade morrendo de fome e completamente desabrigadas, aquilo me partiu o coração", disse ele.

"Tinha um dinheiro guardado que juntei por dois anos. Então, eu decidi doá-lo".

Os pais de Akash foram até o consulado do Nepal, onde o menino entregou o cofre aos funcionários da repartição diplomática.
"O cônsul veio até nós e abraçou meu filho. Ele disse que a quantidade de dinheiro que meu filho estava doando não era importante. Mas só um menino da idade dele pensar no sofrimento alheio era algo extraordinário", disse o pai de Akash, Gora Mukherjee, que trabalha em uma multinacional.
Segundo Mukherjee, os funcionários do consulado levaram cerca de uma hora para contar todo o dinheiro, porque as moedas "tinham um valor de face muito baixo".
"O consulado nos pediu para que depositasse o dinheiro no banco. Mas faltava poucos minutos para a agência mais próxima fechar. Quando chegamos, um funcionário se prontificou a nos ajudar assim que soube por que estávamos ali", disse o pai do menino.

Generosidade

Essa não é a primeira vez que Akash (foto acima) doa dinheiro para uma boa causa.
Ele atuou em um filme e decidiu destinar o cachê a uma instituição de caridade.

"Akash sempre doou, desde que tinha cinco anos de idade. Tentamos incutir esse hábito nele desde a infância", afirmou a mãe do menino, Manisha Mukherjee.

Agora que doou todas suas economias, como Akash vai comprar um presente para seus pais ou a sua bola nova?
"Isso pode esperar. Vai levar um tempo até eu conseguir encher um novo cofrinho", disse.

Mais de 7 mil pessoas morreram por causa do tremor de magnitude 7,8 que atingiu o Nepal há duas semanas. Outras 14 mil ficaram feridas.

Com informações da BBC
 

quinta-feira, maio 07, 2015

Campinas terá programação de Circo Teatro a partir dessa semana

O projeto Barracão Circo Teatro oferece palestras e releituras dramáticas de peças em Campinas (SP). A programação segue até o dia 16 de maio e tem entrada gratuita.

As atividades vão abordar o gênero Circo Teatro, que faz uma ligação entre o palhaço e as máscaras da commedia dell’arte, foco do trabalho artístico do Barracão Teatro. As apresentações acontecem na Estação Cultura, na Praça Floriano Peixoto, Centro, e na sede do grupo no distrito de Barão Geraldo.

Palestra - "Dramaturgia no Circo Teatro"
Quando: 06 de maio, às 20h
Onde: Sala Toninhos, Estação Cultura

Releitura - “Quero Mamar”
Quando: 08 de maio, às 20h
Onde: Sala Toninhos, Estação Cultura

Releitura - “No Espeto”
Quando: 09 de maio, às 20h.
Onde: Sala Toninhos, Estação Cultura

Palestra “A Tradição e a Atualidade nas comédias de Circo Teatro: uma visão entre a farsa e a comédia”
Quando: 13 de maio, às 20h
Onde: Barracão Teatro

Releitura - “Detetive por acaso”
Quando: 15 de maio, às 20h
Onde: Barracão Teatro

Releitura - “O Falso Barão”
Quando: 16 de maio, às 20h
Onde: Barracão Teatro

Fonte: G1